Texto: Juliana Oliveira
Fotos: Sérgio Gobatti
Na terça-feira, 05/05, a Prefeitura de Osasco, em parceria com a Frente Parlamentar Nossa História, realizou a edição 455 do Programa Nossa História. O ato cívico realizado em frente ao Paço Municipal, marcou os 203 anos da Independência do Brasil, os 64 anos da Emancipação Político-Administrativa da cidade e o Dia das Mães, com o hasteamento das bandeiras do Brasil, de São Paulo e de Osasco. A iniciativa foi organizada pelas secretarias de Governo, Cultura e Comunicação.
Participaram da cerimônia o coordenador da Defesa Civil, Renato Castineira, o vereador e presidente da Frente Parlamentar Nossa História, Josias da Juco, e o idealizador do programa, Sebastião Bognar, coordenador da Coordenadoria do Centro Legislativo e Cultura.
Três servidoras da Prefeitura foram convidadas para participar da cerimônia. Selma Cardoso, agente da Defesa Civil, hasteou a bandeira do Brasil. Eloísa Puntoni Guimarães, vice-diretora da Cemeief Maria Tarcilla Fornasaro Melli, a bandeira do Estado de São Paulo. Já Elisângela Alves de Oliveira, integrante do Programa Famílias Acolhedoras da Secretaria de Assistência Social, conduziu a bandeira de Osasco.
Selma destacou a emoção de participar pela primeira vez da solenidade. “Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de hastear a bandeira do Brasil. É muito importante para mim, nesses longos anos de Prefeitura, estar aqui junto com minha equipe da Defesa Civil, que trabalha 24 horas ajudando as pessoas. Estou muito emocionada, agradeço a todos”.
Eloísa lembrou sua trajetória na cidade. “Fiquei surpresa com o convite. É uma honra estar aqui. Osasco me acolheu quando comecei a trabalhar na Prefeitura. Moro aqui com meus filhos e tenho a cidade como uma grande família. A Secretaria de Educação é também uma família, e sou muito grata por isso”.
Já Elisângela falou sobre o impacto do Programa Famílias Acolhedoras. “Esse serviço acolhe crianças em situação de vulnerabilidade. Já recebi 14 crianças em minha casa, cada uma com sua história. É difícil quando elas vão embora, mas é gratificante saber que saem com seus direitos preservados. Ser família acolhedora é ser humano, é abrir o coração e fazer a diferença”.







