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Moção para mestre de obras e caso de feminicídio suscitam debate em Plenário



Durante a 22ª Sessão Ordinária de 2026, realizada na tarde desta quinta-feira (30), a homenagem a um mestre de obras com forte atuação em Osasco e a repercussão de um caso de feminicídio dominaram os debates no Plenário Tiradentes.

Proposta pelo vereador Pedro Cantagessi (União Brasil) a Moção de Aplauso 100/2026 homenageou Gilberto Crispim Gomes por sua trajetória de vida, dedicação profissional e relevantes serviços prestados ao município de Osasco. 

“É uma trajetória do valor do trabalho, quase 35 anos de trabalho em Osasco. Gilberto fez carreira na construção civil como mestre de obras, com atuação em vários projetos importantes na cidade”, disse Cantagessi, ao justificar a moção.

Cantor Goleiro (União Brasil), Elsa Oliveira (Podemos) e Guilherme Prado (PRD) endossaram a proposição. “Gilberto foi muito importante nas obras da Transversal Norte”, disse o parlamentar do União Brasil.

Outras moções aprovadas

  • MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES Nº 103/2026 – 103/2026 – DÉLBIO TERUEL – Ao Reverendíssimo Padre Rodrigo Sousa Carvalho, pároco da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, pela celebração de seu segundo ano de posse canônica à frente da comunidade paroquial. 
  • MOÇÃO DE REPÚDIO Nº 104/2026 – CANTOR GOLEIRO – Em face das declarações proferidas pela Senadora Soraya Thronicke contra o Frei Gilson, nas quais o chamou de “falso profeta” e o acusou de misoginia após manifestações relacionadas à interpretação religiosa sobre o papel da mulher no matrimônio.

Oradores

Já na sessão dos Oradores do Expediente, a vereadora Elsa Oliveira fez uso da Tribuna para se posicionar contra um caso hediondo de feminicídio ocorrido no Mato Grosso do Sul no começo de abril.

“Sempre venho aqui me posicionar sobre a violência contra a mulher, mas esse caso é muito chocante. Uma mulher foi morta pelo ex-marido na frente da filha de nove anos de idade. Para piorar, três monstros violaram o túmulo dessa mulher e abusaram dela depois de morta”, disse Elsa.

“Nem depois de morta a mulher é deixada em paz. Me recuso a chamar esses animais de homens”, afirmou a parlamentar do Podemos, visivelmente abalada. 

A fala recebeu apoio do vereador Cantor Goleiro. “Quero me solidarizar com a revolta da Elsa e sugerir ações ao governo estadual para evitar assédio e violência sexual contra crianças e adolescentes nas escolas estaduais de São Paulo”, falou o vereador do União.



Fonte Camara Municipal de Osasco