
Os temas educação, saúde e infraestrutura renderam debates em Plenário durante a 35ª Sessão Ordinária da Câmara de Osasco, realizada nesta quinta-feira (18).
Os vereadores Heber do JuntOz (PT) e Cantor Goleiro (União) abordaram questões pertinentes às escolas estaduais de Osasco.
O petista denunciou problemas estruturais na ETEC Dr. Celso Giglio, na Vila dos Remédios. “Infelizmente, preciso lamentar. Rato na escola, dentro de sala de aula e nos corredores, larvas na comida dos estudantes, enchente, teto caindo na cabeça dos alunos e falta de professores”, disse.
Segundo o parlamentar, os alunos deflagraram greve para reivindicar melhorias para a escola. Ele cobrou mais investimentos para o município. Já Cantor Goleiro denunciou a precariedade em escolas estaduais dos bairros Jardim Aliança e Canaã, constatada a partir de visitas de fiscalização que ele realizou. O parlamentar também cobrou providências da Secretaria de Educação do Estado para a gratuidade de uniformes aos alunos.
Segurança pública
Laércio Mendonça (PDT) abordou o tema segurança pública e agradeceu o trabalho conjunto da GCM, PM e Polícia Civil para a redução da criminalidade. Ele enfatizou a ação da GCM realizada no último sábado (13), no Jardim Conceição, para coibir o movimento de motocicletas irregulares. O vereador pediu reforço do policiamento após as 22 horas tanto no Primeiro de Maio como no Jardim Conceição, onde há relatos de assaltos e barulho excessivo de motos.
Comissão de Saúde
A vereadora Lúcia da Saúde (Podemos) enfatizou a visita dos vereadores que integram a Comissão Parlamentar de Saúde e Assistência Social ao Hospital Antonio Giglio e à UPA Centro. “Falta muita coisa, mas também estamos avançando bastante. Ontem a gente viu de perto a qualidade dos serviços”, afirmou. A vereadora cobrou providências para que o município aumente o número de ambulâncias para melhorar o atendimento de urgência na UPA.
Sabesp
O trabalho da Sabesp voltou a ser criticado em Plenário. Cantor Goleiro abordou o transtorno gerado por obras na região da Capelinha, na zona norte. “É cratera, esgoto jorrando a céu aberto”, afirmou.
Segundo o parlamentar, as obras geram caos, porque não há recapeamento após a conclusão. “Está tapando buraco com asfalto frio e, se chover, afundam todas as ruas”, acrescentou Cantor Goleiro, que defendeu uma lei para obrigar a concessionária a fazer o recapeamento após o término das obras.








